E o dia começou muito cedo. Quando o ônibus da delegação Carijó, vindo do Rio de Janeiro (RJ), adentrou o perímetro urbano de Juiz de Fora, por volta da 1h, os campeões foram surpreendidos com uma calorosa recepção. Cerca de 70 torcedores e 30 carros cercaram os heróis e os conduziram até Santa Terezinha, numa carreata improvisada, ruidosa e emocionada, aos gritos de “O campeão chegou”. A caravana parou no Estádio Salles de Oliveira, onde, um a um, os jogadores foram ovacionados. Os atletas e membros da Comissão Técnica desceram do ônibus e se misturaram aos torcedores. Durou mais de uma hora essa integração total entre a equipe e a torcida.
Por volta das 10h, na reapresentação oficial do elenco, eles – os torcedores – estavam lá de novo, para dar mais uma olhada na taça, pedir autógrafos, tirar fotos ou simplesmente tocar nos ídolos. Durou mais uma hora esse novo contato.
Depois, por volta das 12h, os jogadores e a Comissão Técnica subiram no carro do Corpo de Bombeiros para a carreata oficial. Foram seguidos, fotografados, agarrados pelos torcedores, mas a integração, nesse caso, foi mais ampla: com Juiz de Fora. Durante quase duas horas, percorrendo a principal via da cidade (a Avenida Rio Branco), os heróis foram saudados, aplaudidos, louvados, amados, por homens, mulheres, velhos e crianças.
Por fim, por volta das 14h, a delegação Carijó foi recebida em almoço pela autoridade máxima do município, o prefeito Custódio Mattos (PSDB) – torcedor declarado do Galo – que resumiu todo o sentimento de orgulho dos juiz-foranos: “Além do ponto de vista esportivo o que vocês fizeram foi magnífico”.

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